O velho cão
Na companhia do homem, o velho cão se aloja. Em busca de comida, em busca de atenção. Será que não tem piedade? Será que não tem compaixão? Um pedaço de pão...
Cansado e atento, o velho cão se encosta. Entre os passageiros, sua cauda enrosca. O velho cão insiste na companhia de quem gosta. E até de quem não se importa.
Mas o homem é sempre mau. Não vê o seu olhar pidão, não lhe dá um pedaço de pão. Encolhido, o cão dá as costas... Mas ainda não desiste. procura quem lhe queira, quem lhe dê atenção. Ou um pedaço de pão.
(Escrevi enquanto estava na rodoviária de Valença, observando os cães acompanhando as pessoas tomarem café sem ver que eles também tinham fome.)
Cansado e atento, o velho cão se encosta. Entre os passageiros, sua cauda enrosca. O velho cão insiste na companhia de quem gosta. E até de quem não se importa.
Mas o homem é sempre mau. Não vê o seu olhar pidão, não lhe dá um pedaço de pão. Encolhido, o cão dá as costas... Mas ainda não desiste. procura quem lhe queira, quem lhe dê atenção. Ou um pedaço de pão.
(Escrevi enquanto estava na rodoviária de Valença, observando os cães acompanhando as pessoas tomarem café sem ver que eles também tinham fome.)
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